domingo, 11 de março de 2012

OFICINA G3 - (H) - TUDO O QUE VOCÊ NUNCA SOUBE



"Com mais de 20 anos de carreira, o Oficina G3 tornou-se exemplo de grupo que conseguiu aliar o propósito de divulgar o evangelho através da música pesada com seriedade, profissionalismo e técnica.

Reconhecidos pela imprensa especializada, a banda rompeu todos os preconceitos e ressalvas contra o rock cristão, ilustrando capas de revistas, sendo entrevistada por alguns dos maiores veículos de imprensa nacionais e estando em turnê durante todo o ano nos mais diversos cantos do Brasil.

Com turnês internacionais pela Europa, América Latina, Estados Unidos e Japão e shows para mais de 500 mil pessoas, com seus instrumentistas sendo considerados alguns dos melhores do Brasil, endorsers de marcas reconhecidas, o Oficina G3 mantém uma solidez e renovação musical rara, difícil de se alcançar no mercado nacional. "
Pode não parecer, mas a banda de rock Oficina G3 nasceu de um Ministério de Louvor. Isso foi em meados de 1988, na igreja Cristo Salva em São Paulo ou igreja do Tio Cássio como era conhecida. Nesta igreja existiam dois grupos de louvor e foi criado um terceiro grupo para suprir a escala e melhor aproveitar os músicos da igreja, e foi neste grupo 3 que Juninho Afram (guitarra) e Wagner Garcia "Maradona" (baixo) e Walter Lopes(bateria) passaram a tocar juntos, e pela amizade, gosto musical e a mesma visão evangelística passaram a encarar o Grupo 3, não apenas como um grupo para suprir a escala, mas como uma banda de verdade e acreditar que Deus tinha algo especial para eles.

Neste mesmo tempo Luciano Manga (vocal) e Túlio Régis (vocal) que também faziam parte da igreja e já cantavam com eles no louvor, vieram para assumir definitivamente os vocais do G3.

Em 1990, a banda gravava seu primeiro LP "ao vivo" e foi neste dia que nasceu oficialmente a banda OFICINA G3. "Oficina vem da idéia de concerto, porque nós tocamos e cantamos as nossas experiências com um Deus, que pode concertar e restaurar o que está quebrado. E G3 é uma abreviação de Grupo 3, onde tudo começou", explica Juninho Afram. Esse nome, segundo Luciano Manga, foi adotado no final dos anos 1980, por uma sugestão de um amigo dos integrantes da banda. Na ocasião, o grupo participaria em um evento chamado Terça Gospel, no Dama Shock, e este amigo era dono de uma agência de publicidade, e achava que este nome seria chamativo.
Posteriormente passaram a freqüentar a Igreja Metodista de Santo Amaro e tocar na Renascer em Cristo onde foram contratados pela gravadora da igreja, e por esse tempo o grupo ganhou alguma notoriedade pelo seu estilo hard rock, que era algo raro no meio da música cristã brasileira. Nessa época eles freqüentemente tocavam em eventos no já referido Dama Shock, em São Paulo, junto a outras bandas como Resgate e Katsbarnea, onde ganharam alguma notoriedade.

FRUTOS

A história que começaram a escrever na pequena e revolucionária igreja do Tio Cássio (como era chamado o fundador da Cristo Salva) é repleta de episódios marcantes e surpreendentes. Deus escolheu cada componente, restaurando suas vidas e manifestando Seu poder de forma muito especial. "Se fôssemos contar a história de cada um, ficaríamos horas contando as maravilhas e milagres. Alguns de nós, Deus tirou das drogas, do álcool e outros de uma vida cristã de fachada", compartilha Juninho, também compositor. O visual despojado é apenas um detalhe.
Amparada nas experiências de vida de seus componentes e no talento natural de cada um, que a Oficina G3 desenvolve seu trabalho. Trabalho este, moderno para os padrões de algumas igrejas brasileiras - poucas, é verdade -, mas na medida para alcançar um público heterogêneo, que não se prende à faixa etária definida - apesar de terem grande identificação com adolescentes e jovens. O rock não tem idade, mas tem de ter consistência para se estabelecer. Feito que a Oficina já conseguiu sem esconder sua origem, ou mascarar suas reais intenções. "A gente toca rock e ama Jesus", afirma Duca. Por isso, buscam clareza em suas canções e falam de forma explícita do amor de Deus.
Os planos de Deus são realmente tremendos e, certamente, o ministério da Oficina é abençoado por ele. A prova está nos frutos... Aliás, PG se converteu num show da Oficina G3 e, claro, nem fazia idéia que um dia viria a ser o vocalista da banda. "Meu primo me levou, mas eu não sabia que era show evangélico. Os caras tocavam o rock que eu gosto e foi a maior loucura", conta o vocalista, provando que os shows podem ser usados na evangelização. Walter também é prova viva do poder de Deus. Na adolescência, se entregou ao vício e entrou para gangues de rua em São Paulo. Depois de liberto e restaurado passou a se dedicar ao evangelismo dessas pessoas.

Por isso, o virtuosismo da Oficina não sobrepõe sua principal missão: pregar o evangelho. "Tocamos numa praça do Uruguai onde era ponto de venda de drogas. Deus mandou um temporal e os 'cristãos' nos deixaram com os traficantes, viciados e malucos. No final, muitos se converteram e um mês depois, naquela mesma praça, se batizaram 250 pessoas, frutos daquele dia", relata o guitarrista uma das muitas experiência sobrenaturais.
 

Em 1990 a banda lançou um LP ao vivo, gravação de uma apresentação na casa de eventos Dama Shock. Por essa época eles já haviam adotado oficialmente o nome Oficina G3. Passado algum tempo, alguns integrantes da banda a deixaram, nomeadamente o baixista Wagner García e o vocalista Túlio Régis, entrando Duca Tambasco e ficando a banda com apenas uma pessoa nos vocais.
Em 1993, a banda gravou Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho. Lentamente começam a se tornar conhecidos no Brasil, atraindo um considerável número de fãs e admiradores pelo país. Como não era muito comum haver bandas cristãs de rock no início da década de 1990, algumas vezes a banda era discriminada por lideranças religiosas, algumas alegando que sua música era satânica. O visual da banda, marcado por tatuagens, piercings e cabelos compridos contribuía para esse efeito, mas o mesmo visual representava um atrativo para a sua audiência, tanto cristã quanto secular.
A terceira gravação, intitulada Indiferença, somente aconteceu em 1996, entrou Jean Carllos. O trabalho mostrava o virtuosismo da banda, com duas faixas dedicadas a solos de guitarra e uma outra a um solo de baixo. Um dos solos de guitarra era um prelúdio instrumental à canção Glória (versão rock em português do hino The Battle Hymn of the Republic), que por muito tempo foi uma das músicas mais tocadas em suas apresentações.
Indiferença representou o auge da popularidade do Oficina G3 na fase inicial do grupo, e também o fim dela, já que, após esse álbum, Luciano Manga deixou o grupo, a fim de investir em sua vocação pastoral. Foi substituído por Pedro Geraldo Mazza, mais conhecido como PG. A partir daí a banda mudou de estilo e de público-alvo, passando a ter uma sonoridade mais pop rock, que desagradou a muitos dos seus fãs antigos.

 POP ROCK (1998-2003)

Com a entrada do novo vocalista, a banda grava em 1998 o álbum Acústico. Um ano depois lançou o Acústico ao Vivo, este alcançando a marca de mais de duzentas mil cópias vendidas. O sucesso dos trabalhos chamaram a atenção da MK Publicitá, uma das maiores gravadoras de música cristã do Brasil. O grupo então assinou contrato com a gravadora, saindo da Gospel Records, e no ano de 2000 lançou o álbum O Tempo.
O disco tornou-se um grande sucesso comercial, e esse sucesso chegou a chamar a atenção até mesmo das mídias seculares, com vídeos musicais da banda sendo apresentados no canal Multishow e na MTV Brasil (apesar das queixas de que a MTV estaria vetando-os). O Tempo foi o primeiro álbum cristão e o quinto brasileiro com tecnologia Surround 5.1, e contou com a participação do produtor musical Gera, que já trabalhava com o Oficina G3 desde o álbum Acústico, e que trabalharia por muito tempo com a banda. O álbum superou a marca das 200 mil cópias vendidas.
No ínterim entre esse CD e o posterior, o baterista Walter Lopes deixou a banda, entrando em seu lugar Luís Fernando (conhecido como Lufe), mas não como integrante oficial. Em 2002, por ocasião de sua apresentação no Rock in Rio 3 - no qual foram a única banda de música cristã a se apresentar - lançaram o DVD O Tempo.
No mesmo ano lançaram Humanos, álbum que seguiu a tendência pop rock, no qual porém nota-se uma sensível diferença no estilo. O uso de riffs e solos de guitarras mais marcantes, e a presença muito maior de distorções do que no álbum passado, que fizeram desse disco um dos mais pesados do Oficina G3, contudo sem representar uma volta ao estilo hard rock, aproximando-se muito mais ao nu metal - que era uma das tendências daquele momento - de bandas como Linkin Park e P.O.D.
Após esse álbum o vocalista PG também decidiu sair para se dedicar à carreira solo, assim como também ao ministério pastoral. Desde a entrada de PG o Oficina G3 havia alcançado quatro discos de ouro, e a saída dele representou uma nova mudança de fase para a banda, que volta ao estilo pesado de rock, este contudo possuindo mais complexidade musical do que aquele presente no Indiferença e do Nada É Tão Novo, Nada É Tão Velho, se iniciando então sua fase de metal progressivo. A saída do vocalista abalou o grupo, agora formado apenas por três integrantes. Foi decidido não chamar um outro vocalista para substitui-lo, e os vocais foram então assumidos pelo próprio guitarrista deles, Juninho Afram, que desde o início da banda faz participações regularmente nos vocais de algumas canções.

UM SALTO OU UM RECUO?

Com três integrantes fixos, a banda então lança o CD Além do que os Olhos Podem Ver, com participação do guitarrista Déio Tambasco apoiando Juninho Afram, e este ficando dividido entre a guitarra e os vocais. A sonoridade novamente sofre uma transformação nesse ponto, transitando para um estilo de metal progressivo com outras influências, como ainda o nu metal. Comparados aos álbuns anteriores, o álbum também apresentou como característica uma cessão maior de tempo para destacar os instrumentistas, possuindo solos de guitarra ou de baixo em quase todas as faixas. Apesar de esse CD ser caracterizado por uma sonoridade muito mais pesada, que é apreciada por um grupo muito restrito de ouvintes, o trabalho teve uma recepção muito boa, chegando a vender vinte mil cópias em apenas três dias e a ganhar um disco de ouro no período de um mês, além de ter sido indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.
Algum tempo depois anunciam o lançamento de um novo álbum, que seria chamado Oficinaelektracustikamente G3. Antes do início das gravações, os músicos temporários, Déio Tambasco e Lufe, saíram e foram substituídos por Alexandre Aposan na bateria e Celso Machado na guitarra. Em 2007 lançaram o álbum, Oficina Elektracustika G3, adotando um título mais curto em detrimento do antigo título. O disco trouxe em seu repertório várias regravações ao lado de algumas canções inéditas. A proposta do trabalho era explorar o formato acústico de uma maneira criativa e rica, em contraste com a limitação e trivialidade dos trabalhos nesse formato. As canções mostraram uma sonoridade que oscila entre o vigor dos instrumentos elétricos e a atmosfera intimista do acústico, e possui uma sonoridade mais abrangente em relação ao público se comparado com o álbum anterior, já que não limitou os ouvintes àqueles que gostam de rock pesado. Apesar de não ter sido um proposta musical inédita no meio secular, representou uma novidade no estilo da banda, com arranjos muito bem trabalhados se comparado à maioria dos trabalhos acústicos. O trabalho foi bem recebido pela crítica, e chegou a concorrer ao Grammy Latino no ano de 2007. 

UMA NOVA FASE

Posteriormente, a banda anunciou oficialmente a entrada de um novo vocalista, Mauro Henrique. Este já estava há um tempo convivendo com a banda, inclusive fazendo participações especiais em shows. A banda já estava trabalhando em seu novo álbum, Depois da Guerra, que teve aos poucos informações liberadas, como título do CD, capa, lista e fragmentos de faixas e letras. O mesmo estava sendo produzido totalmente para as linhas vocais de Juninho Afram; nesse meio tempo a entrada de Mauro Henrique foi anunciada, e o CD sofreu algumas mudanças para ser adaptado à sua voz, além de novas faixas e mudança na ordem das músicas (tendo uma nova contra-capa lançada; a antiga tinha uma pomba voando, que foi transferida apenas para o encarte do cd, e teve pétalas colocadas na contra-capa em seu lugar). O lançamento desse CD foi um dos mais esperados do ano, se tratando de rock no Brasil, e teve sua primeira remessa esgotada em menos de 24 horas (esse fato se repetiu gradativamente para as próximas remessas).O álbum foi um dos mais marcantes da historia da banda por seu estilo mais pesado. Sua sonoridade continuou no metal progressivo (mostrando que a banda tem virtuose suficiente para representar o gênero no Brasil), com grandes influências de metalcore. O álbum foi uma inovação em todos os aspectos, e foi extremamente bem recebido pelos ouvintes, incluindo fãs de grandes bandas não-cristãs, como o Angra, além da comunidade virtual do metal progressivo no Orkut.
No dia 12 de junho, a banda anunciou a gravação do tão aguardado DVD, que se chamaria D.D.G. Experience. A partir desse momento, a banda começou a mobilizar os fãs, e a organizar esse DVD que prometia ser histórico. Poucos dias depois, liberaram um teaser trailer do DVD, convocando todos que pudessem a participar da gravação. Aos poucos mais informações foram sendo liberadas, e no dia 25 de julho, a gravação aconteceu numa usina não mais utilizada na cidade de Santa Bárbara d'Oeste em São Paulo. E foi lançado do dia 9 ao dia 12 de Setembro de 2010.
O Oficina G3, depois de três tentativas, finalmente, conquistou o  Grammy Latino, na categoria Melhor Grupo de canção Cristã em Língua `Portuguesa.  Juninho Afram, Jean Carllos, Duca Tambasco e Mauro Henrique, compareceram em peso à Las Vegas para a décima edição da premiação. Estiveram na disputa pelo prêmio, além do Oficina G3, as cantoras Marina de Oliveira, Jozyanne e os intérpretes André Valadão e Régis Danese.
Quando a apresentadora Bárbara Palácios pronuciou: Oficina G3, a celebração foi grande. “Estamos muito felizes. Esse prêmio representa muito para nós e queremos repartir e agradecer a todos os membros da academia do Grammy Latino, nossos familiares, nossos amigos, a nossa gravadora MK Music e a todos aqueles que acreditam no nosso trabalho. Que tudo isso aqui possa ser motivo de alegria pra galera do Brasil que está ligada. Dios bendiga”, declarou Juninho Afram durante o agradecimento na cerimônia com o gramofone nas mãos.
Em 2011 a banda encerrou a turnê DDG e começa uma nova turnê. A turnê Your Tour G3, com repertório e agenda escolhidas pelo público internauta.

Em entrevista ao site Guia-me, o guitarrista Juninho Afram falou sobre a nova fase vivida pelo Oficina G3, a entrada de Mauro Henrique no vocal, a repercursão da banda no meio secular e afirma que “Deus é aquele que pode reconstruir depois das guerras”.
Novas experiências. É assim que os integrantes do Oficina G3 têm definido a fase que o grupo vive desde a produção, passando pela finalização e agora, na fase de lançamentos oficiais do novo trabalho da banda pelo Brasil’. Intitulado ”Depois da Guerra”, o álbum traz novidades aos que acompanham a banda há tempos e vislumbra possibilidades de ganhar novos admiradores.

Guia-me:

Vocês já têm 20 anos de trabalho e, por que só depois de tanto tempo escolheram gravar um DVD ”elétrico”?

Na verdade não foi uma escolha [passar tanto tempo sem gravar], infelizmente foram circustâncias. Se dependesse do Oficina G3, nós teríamos gravado todos os trabalhos: ”O Tempo”, ”Humanos”, ”Além do que os Olhos Podem Ver”, ”Elektracustika” e agora, o ”Depois da Guerra”. Infelizmente, aconteceram alguns imprevistos no meio do caminho, mas se Deus quiser, está tudo certo para a gente concretizar a gravação do DVD do ”Depois da Guerra”, incluindo também outras músicas que fizeram parte da nossa história, mas o foco realmente é o ”Depois da Guerra”.

O que o público pode esperar desse DVD?

Vai ser um lance bem legal. A gente está preparando várias coisas, tem muitos planos em andamento. Tudo para que esse DVD seja muito mais que apenas uma gravação, mas seja realmente uma interação com o público. A gente está buscando fazer um esquema bem interessante para que realmente seja um evento inesquecível.

Os produtores desse novo CD são de grande nome no mercado, mas não são cristãos. Vocês têm buscado ser influência positiva entre eles?

Com certeza. Acho que mais que ficar falando no ouvido das pessoas, que às vezes eu acho que isso é um erro que o cristão comete - o cristão às vezes quer enfiar o evangelho ”goela abaixo” nas pessoas - mais que isso, acho que o principal lance foi a convivência com a gente. O cristão tem que contagiar mais do que com as palavras. Tem que contagiar com a convivência, com a vida, com o testemunho diário de vida. Podemos dizer que tivemos momentos muito bons com o Heros e o Pompeu [produtores], inclusive em oração, em momentos com Deus. E a gente sabe que eles são escolhidos de Deus, que eles são pessoas especiais, não só para o meio musical e para o Oficina G3, mas principalmente para Deus. Acima de todas as coisas, a gente sabe que o tempo pertence a Deus, mas também sabe que eles não entraram na nossa vida por acaso. Tudo o que aconteceu dentro desse trabalho do Oficina G3, nós cremos que realmente foi vontade de Deus. Para nós foi uma alegria imensa, porque mais que produtores, nós ganhamos amigos.

Como tem sido a adaptação do Mauro Henrique à banda?

Tem sido muito boa. Ele já está totalmente integrado. Rolou um feed-back muito natural, foi muito legal mesmo. Foi uma pessoa que realmente veio para somar. Um cara que foi um elemento que trouxe algo de bom realmente para o Oficina G3. Então, o que eu posso dizer é que a gente está muito feliz mesmo com esse presente que Deus deu para a gente.

Apesar da recente chegada do Mauro Henrique à banda, a gravação do novo CD mostra uma sincronia muito grande entre as vozes nas músicas. Houve um preparo para que isso acontecesse ou foi algo descoberto aos poucos?

Na verdade, preparo para isso não existe. O que houve, foram arranjos, para que se desse um aproveitamento de todo o vocal. Nisso tem bastante da mão do Mauro. Ele deu várias idéias muito interessantes e a gente fez com que se aproveitasse mais essa questão da abertura de vozes dentro desse trabalho.

No ”Depois da Guerra”, percebeu-se um aumento significativo do peso do Rock’n Roll e isso coincidiu com a chegada de um novo vocalista. O Mauro Henrique também influenciou nesse aumento do ”peso”?

O Mauro somou, com certeza. Mas isso já era algo que realmente já estava no nosso coração. Por isso eu digo que ficamos muito felizes e toda essa história foi muito de Deus. O Mauro não entrou no Oficina, destoando do caminho que já estávamos indo. Pelo contrário: ele olhava para a mesma direção e somou muito. teve uma somatória muito grande e realmente agregou muito ao trabalho. Realmente é um novo tempo do Oficina. Pode-se dizer que Deus está dando esse novo tempo para a gente.

Recentemente, Andreas Kisser (guitarrista do Sepultura) elogiou o Oficina G3 pela qualidade do som do Oficina G3. Como vocês reagem a este tipo de repercussão?
Todo tipo de repercussão é sempre bem vista. É lógico que a gente tem desde as positivas às negativas. Agora, eu fiquei feliz com o Andreas, que fez um comentário. Ele é um músico respeitado e um comentário vindo dele é sempre bem-vindo. Para nós realmente foi muito bem-vinda essa crítica que ele fez ao nosso trabalho.
Os gostos em relação a estilos de música entre os integrantes do Oficina G3 são variados. Como isso é administrado para que haja um equilíbrio musical na banda?

Na verdade, em estilo, todo mundo é diferente um do outro, mas no geral todos nós aqui temos a mesma visão musical. Óbvio que existem diferenças, até na questão de gosto musical, mas, no geral, na raiz e o tipo de Rock’n Roll, todo mundo é meio padrão, por isso que não existe uma divergência, não existe uma grande dificuldade para se fazer as coisas. É certo que A gente pensa bem diferente em relação a várias coisas, mas essa maneira diferente de cada um pensar em letras e arranjos faz com que a somatória fique interessante. Sempre sai alguma inusitada, alguma coisa nova. Então, essa mistura é bem interessante.

O novo trabalho ilustra um ambiente de guerras e traz, no próprio som, um certo pesar que elas trazem à humanidade. A escolha desse tema traz alguma intenção especial da parte de vocês quanto a isso?

Esse trabalho poderia até ser chamado de temático. Ele fala sobre os vários tipos de guerras: externas e internas - que acontecem dentro da nossa mente e do nosso coração. Mas, inicialmente isso não foi proposital, ele não foi escrito dessa maneira, com o propósito de ser um trabalho temático. No entanto, no desenrolar, na produção esse trabalho, isso foi tomando forma. Então, pode-se dizer que o grande foco realmente é esse. A gente pode ter guerras, mas em resumo é o seguinte: Deus é aquele que pode reconstruir depois das guerras. Não importa qual seja a guerra que a gente esteja vivendo, qual a situação que nós estejamos vivendo, Deus pode reconstruir. Mas esse trabalho também retrata - e é um ponto muito forte, que a gente bate muito nisso - a guerra que acontece entre o povo de Deus. Nós somos o exército mais dividido da Terra. O exército que mata os seus feridos. Então realmente, isso precisa mudar, isso precisa ser alertado, falado para quem quiser ouvir.

DISCOGRAFIA


Álbum:  OFICINA G3 AO  VIVO  (1990)

LP Lançado em outubro de 1990. Gravado
ao  vivo  na  antiga  casa  paulistana  Dama
Xoc,  remasterizado  e  lançado  na  versão
Série Ouro.

Formação: 
Juninho Afram - Guitarra 
Wagner Garcia (Maradona) - Baixo 
Walter Lopes (Waltão) - Bateria 
Luciano Manga - Vocal 
Túlio Régis - Vocal 

Convidados: 
     BAIXAR
                                                                                       
Jimmy (Guitarra) 
Woody (Teclados)
Natinha (Saxofone)

Músicas: 
1. Magia alguma 
2. Cante 
3. Naves imperiais 
4. Viver por fé 
5. Parar e pensar 
6. Pirou 
7. Comunicação 
8. Bom é louvar 
9. Farol 

Álbum: NADA É TÃO NOVO, NADA É
TÃO VELHO (1993)
 
Lançado  em  agosto  de  1993.  Aparece
como um divisor de águas. Marcou o início
do  sucesso  da  banda  em  todo  o  Brasil.
Lançado  originalmente  com  8  músicas
(versão  LP).  Remasterização  em  CD
incluiu  4  canções  do  disco  Ao  Vivo.

Formação: 
Juninho Afram - Guitarra 
Wagner Garcia (Maradona) - Baixo 
Walter Lopes (Waltão) - Bateria 
Luciano Manga - Vocal 
Marcos Pereira - Guitarra                                                                                           
Participação Especial: Jean Carllos -
Teclado e Duca Tambasco - Baixo 

Músicas: 
1. Mais que Vencedores 
2. Pastor 
3. Resposta de Deus 
4. Valéria 
5. Razão 
6. Deus Eterno 
7. Consciência de liberdade 
8. Perfeita União 
9. Naves Imperiais 
10. Cante 
11. Viver por Fé 
12. Parar e Pensar  

Álbum: INDIFERENÇA (1996)

Lançado  em  novembro  de  1996.  Trouxe
com  ele  o  merecido  reconhecimento  e  a
consagração  como  uma  das  maiores
bandas de rock da música gospel nacional. 

Formação: 
Juninho Afram - Guitarra 
Walter Lopes (Waltão) - Bateria 
Luciano Manga - Vocal 
Jean Carllos - Teclado 
Duca Tambasco - Baixo 
Músicas: 
1. Davi 
2. Fé 
3. Magia Alguma 
4. Glória Instrumental 
5. Glória                                                                                                                         
6. Profecias 
7. Espelhos Mágicos 
8. Novos Céus 
9. Indiferença 
10. Duca's Jam 
11. Contra-cultura 
12. Your Eyes 
13. Your Eyes II Instrumental 
14. Não Temas 
15. Rei de Salém 

Álbum: ACÚSTICO (1998)

Totalmente  acústico,  gravado  em  São
Paulo  entre  junho  e  agosto  de  1998.  A
entrada  de  PG  (Pedro  Geraldo  Mazza)
substituindo  o  então  vocalista  Manga
(Pastor  Luciano  Manga). 

Formação: 
Juninho Afram - Guitarra 
Walter Lopes (Waltão) - Bateria 
Jean Carllos - Teclado 
Duca Tambasco - Baixo 
Pedro Geraldo (PG) - Vocal 
Convidado Especial: Luciano Manga                                                                        
(Vocais).

Participações: Ricardinho (percussão),
Arthur (gaita), Maurício Takeda (Violino),
Heitor Fujinami (Violino), Nadilson Gama
(Viola) e Gustavo Pinto (Cello).

Músicas: 
1. Indiferença 
2. Quem 
3. Davi 
4. Naves Imperiais 
5. Mi pastor 
6. Autor da Vida 
7. Pirou 
8. Espelhos Mágicos 
9. Profecias 
10. Mais que Vencedores 
11. Cante 
12. Deus Eterno 




Álbum: ACÚSTICO AO VIVO (1999)

Gravado  no  Olympia,  em  São  Paulo,  ao
vivo no show do dia 21 de junho de 1999,
um  dos  maiores  sucessos  da  banda. 

Formação: 
Juninho Afram - Guitarra 
Walter Lopes (Waltão) - Bateria 
Jean Carllos - Teclado 
Duca Tambasco - Baixo 
Pedro Geraldo (PG) - Vocal 

Convidado Especial: Luciano Manga
(Vocais).

Participações: Ricardinho (percussão),                                                                            
Arthur (gaita) e Maestro Nelson &
Orquestra.
Músicas: 
1. Cante 
2. Indiferença 
3. Profecias 
4. Deus Eterno 
5. Quem 
6. Magia Alguma 
7. Mi Pastor 
8. Pirou 
9. Novos Céus 
10. Naves Imperiais 
11. Davi 
12. Solos 
13. Espelhos Mágicos 
14. Autor da Vida 
15. Más Que Vencedores  









Álbum: O TEMPO (2000)

Gravado  e  mixado  no  Estúdio  Lord  G  em
São  Paulo,  é  o  primeiro  álbum  da  banda
pela  gravadora  Mk  Publicitá.  Rendeu  um
clipe  (O  Tempo)  na  MTV  e  participação
no Rock in Rio. Destaque para as baladas.
Disco  de  Ouro.  Mais  de  200  mil  cópias
vendidas.

Formação: 
PG - Vocal 
Juninho Afram - Guitarra 
Duca - Baixo 
Walter Lopes (Waltão) - Bateria 
Jean Carllos - Teclado                                                                                                             
Participação Especial: Coral Kadmiel na
música "O Tempo" 
Músicas 
1. Intro 
2. O Caminho 
3. Atitude 
4. Ele Vive 
5. O Tempo 
6. Preciso Voltar 
7. Perfeito Amor 
8. Necessário 
9. Hey Você! 
10. Brasil 
11. Sempre Mais 
12. Ingratidão 
13. Tua Voz 




Álbum: HUMANOS (2002)

Gravado e mixado no Estúdio Lord G entr
junho  e  agosto  de  2002,  sem  o  baterist
Waltão  (Walter  Lopes),  rendeu  um  disc
de ouro. 

Formação: 
PG - Vocal 
Juninho Afram - Guitarra 
Duca Tambasco - Baixo 
Jean Carllos - Teclado 
         BAIXAR
Convidados: Luis Fernando (Lufe) -                                                                                     
Bateria; Walter Lopes (Waltão) - Bateria
em "O Teu Amor"; Geraldo Penna (Gera)
- Violinos/solo de Oboé em "Pra Você" e
Thiago Lima - Violinos 

Participação Especial: Wilson Penna e
Rogério Maldonet 

Músicas: 
1. Pulso 2. Onde está? 3. Apostasia 
4. Te Escolhi  5. Eu Sei  6. Ele Se Foi 
7. Criação  8. Don't Give Up 9. Memórias
10. Minha Luta  11. Simples 12. Até
Quando? 13. Desculpas 14. Pra Você 
15. O Teu Amor 

Álbum: ALÉM DO QUE OS OLHOS
PODEM VER (2005)

Gravado  e  mixado  no  Estúdio  Lord  G  em
São Paulo, 2005. Juninho Afram assume os
vocais,  até  então  liderados  por  PG.  O
marco  de  sucesso  da  banda,  rendeu
inúmeras  premiações,  além  de  destaques
nas  revistas  nacionais  e  uma  turnê
internacional.  Disco  de  ouro  e  primeira
indicação  ao  Grammy  Latino:  “Melhor
Álbum  Cristão  em  Língua  Portuguesa”.
     BAIXAR
Formação: 

Juninho Afram - Guitarra e Vocal                                                                                           
Jean Carllos - Teclado 
Duca Tambasco - Baixo 

Convidados: Luis Fernando (Lufe) -
Bateria; Déio Tambasco - Guitarra e
Geraldo Penna (Gera) - Orquestração 

Participação Especial: Marcão (Marco
Antônio - Fruto Sagrado) - Vocal em "Sem
Trégua"; Carlos Ribeiro - Locução em "O
Fim é Só o Começo"; Maurício Takeda -
Violino em "Amanhã" 

Músicas: 
1. Intro  2. Mais Alto 3. Réu ou Juiz 
4. Meu Legado  5. Através da Porta 
6. Além do Que os Olhos Podem Ver 
7. A Lição 8. O Fim é Só o Começo 
9. Lugar Melhor 10. Amanhã 
11. Sem Trégua 12. De Olhos Fechados 
13. Ver Acontecer 14. Queria Te Dizer
 

Álbum: ELEKTRACUSTIKA (2007)

Gravado  e  mixado  no  Estúdio  Lord  G  em
São  Paulo.  Indicado  ao  Grammy  Latino  e
disco  de  ouro  com  mais  de  50  mil  cópias.
O álbum conta com 14 músicas, sendo elas
5  inéditas  e  9  regravações  de  álbuns
anteriores.  Nota-se  no  álbum  uma  clara
inspiração  instrumental  originária  do  rock
progressivo.
 
Formação
                                                                                                 BAIXAR

Juninho Afram: Violão/guitarra e Vocal                                                                                    
Duca Tambasco: Baixo
Jean Carllos: Piano/teclado e Vocal
Músicos Convidados:
Celso Machado: violão e guitarra
Alexandre Aposan: Bateria
Partcipação Especial:
Matheus Ortega: Flauta Celta em
Introdução, Além do que os Olhos Podem
Ver e Cura-me

Músicas:
1. Introdução 
2. Além do que os Olhos Podem Ver
3. Desculpas 4. Mais Alto
5. Cura-me 6. Resposta de Deus
7. A Deus 8.Eu, Lázaro
9. Ele Vive 10. Razão
11. Preciso Voltar 12. A Lição
13. Deserto 14. Perfeito Amor
15. Me Faz Ouvir


Álbum: DEPOIS DA GUERRA –
(Dezembro/2008)

Gravado e mixado no estúdio Na Cena, por
Marcelo  Pompeu  e  Heros  Trench,  São
Paulo  –  2008.  O  CD  marca  a  entrada  do
vocalista Mauro Henrique na banda.
Formação:
Juninho Afram - Guitarra e Vocal 
Jean Carllos - Teclado 
Duca Tambasco – Baixo
Mauro Henrique - Vocal
Músicos Convidados:
Celso Machado – Guitarra Base  
Alexandre Aposan – bateria                                                                                         

Músicas:      
                                                                                                                       BAIXAR
1.  D.A.G.
2.  Meus próprios meios
3.  Eu sou
4.  Meus passos
5.  Continuar
6.  De joelhos
7.  Tua mão
8.  Muros
9.  Depois da guerra
10.  A Ele
11.  Incondicional
12.  Obediência
13.  Better
14.  People Get Ready (Curtis Mayfield
Cover)
15.  Unconditional


MEMBROS ALBUM



 















Na ordem das fotos: Juninho Afram - Guitarrista e Vocalista / Jean Carllos - Tecladista e Backing Vocal / Alexandre Aposan - Baterista / Mauro Henrique - Vocalista / Celso Machado - Guitarrista Base  / Duca Tambasco - Baixista e Backing Vocalist




Fontes: http://oficinag3site.tripod.com/id9.html - http://pt.wikipedia.org/wiki/Oficina_G3 - http://www.portalnovavida.org.br - http://ebenezerpentecostal.wordpress.com/ -  http://www.spirit-of-metal.com/ - http://faclubg3.blogspot.com/

quinta-feira, 8 de março de 2012

REDE INSANA?


Então galera que curte o TUDO EM REDE, hoje vamos apresentar a vocês um ótimo e interessante trabalho que vem sido desenvolvido com jovens através de um casal muito abençoado, os pastores
Ivan e Ronyelli, que são conhecidos como “Pastores Insanos?” e são discípulos dos
Pastores Cleyton e Hercília, que são presidentes do Ministério Vida Frutífera.
No tópico CLIPES deste blog você poderá conhecer mais sobre o trabalho desta "REDE INSANA" e aproveitem para conhecer o DESAFIO 42 DIAS onde jovens de todo o país se escrevem para participar de um desafio de ler a bíblia toda durante 42 dias.
A rede de jovens se define como não sendo  uma rede normal, a cada semana promovem insanidades com o intuito de atrair, conquistar e envolver a juventude, levando-os a serem cada dia mais apaixonados por JESUS e viverem a Mensagem da Cruz na prática!


ASSISTA AQUI



 

O Problema é a bíblia que atrapalha ²


Por Jofre Garcia

A caminhada cristã é feita na estrada dos absolutos.
Por esta razão os profetas bradaram sua voz contra poderosos reis, sistemas religiosos corruptos e a própria cultura adoecida de suas gerações. O elemento solidificador de sua mensagem era a inspiração divina, que com severidade ecoava: “Assim diz o Senhor”.
Reformas como a do tempo de Josias (2ª Crônicas 34.1-35.19), e os reformadores como Esdras e Neemias, tiveram como coluna mestra e rocha de construção a comunicação divina através da Palavra de Deus. Em nenhum desses momentos de tensa dramaticidade para o povo de Judá foram-lhes oferecidas “revelações” atípicas, rituais estranhos, subterfúgios místicos ou transes embriagantes, mas, o modificador da vida e das diárias do povo era a Palavra Absoluta de Deus.
A vida e obra do Messias foram respaldadas por cerca 300 profecias a seu respeito e todas se cumpriram cabalmente. O Mestre co-relatava suas ações com o que estava estabelecido nas Escrituras. Algumas de suas afirmações acerca delas foram: que não podem falhar (João 10.35); erravam por não a conhecerem, nem o poder de Deus (Mateus 22.29); que os acontecimentos em torno do seu ser e sua história era para o seu cumprimento (Mateus 26.54,56); que ela dava testemunho sobre Ele, Jesus (João 5.39); que elas eram suficientes para o conhecimento da salvação (Lucas 16.29-31) e que era a verdade (João 17.17).
O caminhar dos apóstolos e discípulos na implantação da Igreja de Cristo teve sempre como patamar a proclamação da Palavra de Deus. O Senhor comissionou-os a ensiná-la (Mateus 28.20). Felipe anunciava Jesus através dela (Atos 8.35). Paulo testificou sua inspiração e fidelidade (2ª Timóteo 3.16). Para Pedro – concordando com Salmos 119.105 – era como uma candeia a iluminar em lugar escuro, e jamais podia ser particularizada por indivíduos para os seus próprios desejos (2ª Pedro 1.19-21). Pedro, também tinha plena consciência de sua eternidade (1ª Pedro 1.24,25). O escritor de Hebreus a identifica como viva, eficaz e espada de dois gumes com uma ação imanentemente transcendente em toda criação (Hebreus 4.12).
A Reforma Protestante foi um movimento de retorno ao estudo, ensino da Bíblia na prática de vida da Igreja. Nada foi tão poderoso para abalar as estruturas de poder de uma religião perdida e corrompida do que a argumentação de que a Bíblia, somente a Bíblia é a única regra de fé e prática (Sola Escriptura).
Como podemos perceber os avivamentos na história da Igreja é uma seqüência de retornos a obediência ás Escritura Sagradas.
Para os protestantes, os “crentes”, a Bíblia está acima de qualquer outra revelação, tradição ou concílio. Aliás, qualquer sonho, qualquer profecia, qualquer movimento, qualquer avivamento, qualquer prática, qualquer ensino tem que se coadunar com a Palavra, de outra forma seja anátema, ainda que seja um anjo a bradar. (Gálatas 1.8)
Eu pensava que era assim!
Visite uma “igreja” em qualquer dia, qualquer “culto”. Principalmente aquelas dos novos movimentos, dos “moveres”, dos “mistérios”, as neo-pentencostais e você testemunhará o absoluto da Palavra de Deus, a Bíblia, ser descaradamente colocada em segundo plano, esquecida, relegada, ou ainda pior, distorcida e aviltada.
Adivinhações, “visões”, profecias antropocêntricas, mensagens de auto-ajuda, metralhadoras para matar o capeta, gente rodando como carrapetas sem razão, disparate de falação em línguas e promessas de vitórias subjetivas e sofismadas que não se concretizam. Some-se a isso a música sendo usada como um mantra hipnotizante que induz os participantes a gestualidades assustadoras e paranóicas.
Meu Deus! Meu Deus!
Que “igreja” é essa?
Em que parte não entenderam: “ ordem e decência”?
Em que lugar foi perdido a cristocentricidade do Culto?
Em que lugar aprenderam que o Pai, o Filho e o Espírito vivem a nos servir como garçons celestiais a nos fornecer como marmitas as “bençãos”, que nada são a não ser desejos mesquinhos de vil metal e de pisar, humilhar e derrotar quem por alguma razão nos ofendeu?
Cansei de ver pregadores que nem sequer a Bíblia consultava para suas prédicas. Ficava deveras confuso com essa anti-prática cristã, até que compreendi o problema da Bíblia, é que ela, nesses casos, só atrapalha.
Fonte: http://www.pulpitocristao.com/2012/03/o-problema-e-a-biblia-que-atrapalha/
aalsss

sábado, 3 de março de 2012

Morre, Jakylene, esposa do vocalista Mauro do Oficina G3

Foi divulgado nesta sexta-feira (02/03), através do Twitter dos integrantes da banda Oficina G3, a morte de Jakylene, esposa de Mauro Henrique.
“Enquanto os homens olham para as estrelas, o Eterno cultiva seu jardim. Hoje uma flor embeleza os céus. @jakylene, linda flor” postou @DucaTambasco, músico da banda.
Cerca de um ano atrás Mauro Henrique, vocalista da banda, recebeu a notícia que sua esposa estava com câncer no pulmão e na coluna cervical.

Que humano saberá conviver em paz com a morte? Quem tornará tal tragédia em vida? Quem sorrirá em plena dor? Quem!?
Longe de ser quimera, algo chamado Graça nos desafia a lógica da morte e nos faz refletir, chorar e ao mesmo tempo se alegrar em Deus pelo exemplo de fé e gratidão na vida de Jacky.
Hoje tive a triste notícia do falecimento dessa querida irmã, esposa de Mauro Henrique, vocalista do Oficina G3. E a notícia me levou a tristeza. Tristeza porque em toda partida uma lágrima cai ao chão; no adeus, a vida se parte e logo vira grão… Tristeza porque a voz e os movimentos se vão… Tristeza porque a dor da ida é deriva do coração. Sim, tristeza.
Agora é momento de reflexão. Abraço demorado. Olhar periférico. Barulho na alma. Silêncio no vão…
São sensações que nos indicam a mais pura verdade terrena: somos humanos, portanto normal é chorar com os que choram! São demonstrações de perto, de longe, de verdade, de pêsames por Mauro e família.
Enquanto nosso lamento, como em bravios e intempestivos mares por dentro de nós se agitam, gritam e argumentam com o Mestre: – “Por quê Senhor? Por quê?” O Espírito de Deus em suave tom e quietude nos transfere para uma outra dimensão e nos apazigua dizendo que a morte não tem poder sobre Jacky. Enquanto isso as palavras do Mestre ecoam em nosso interior: “Eu Sou a ressurreição e a vida! Quem crê em mim ainda que morra viverá”! (Jo 11.25)
Queridos, a Jacky está com o Senhor. Ela não nos deu adeus. Deus apenas a tomou para Si. O que precisamos de verdade é cada vez mais compreender que estamos aqui de passagem. Melhor que as aflições e descaminhos deste mundo é descansar nos braços do Pai.
Quando Jacky cantava e adorava ao Senhor Jesus naquele hospital nos ensinando a prática da verdadeira fé eu lembrava de Paulo cantando na prisão. As raras demonstrações de fé, piedade e gratidão a Deus acima das circunstâncias me alegrava o coração quando via aquele vídeo dela com o seu esposo. Enquanto no cenário comum da atualidade a multidão busca uma vida com Deus em troca de bênçãos materiais, Jacky falava profundamente a igreja brasileira ao dizer que a Sua presença lhe bastava independente da cura que ela solicitava; mesmo assim ela não parou de lutar contra o câncer nestes últimos dois anos, porém sem demonstrar murmuração alguma. Contudo não tenho dúvidas que através daquela enfermidade o Nome do Senhor Jesus foi glorificado, pois a Palavra nos ensina que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8.28), até mesmo a aflição e o padecer! No mais, peço mais Graça para que no dia da dor e da provação Ele me dê seu Consolo, Paz e assim como Jacky o fez, eu também possa fazer: oferecer minha vida em gratidão independente das circunstâncias.
Mas enquanto enxugo as lágrimas, uma profunda alegria vem ao meu coração ao cantarolar aquela canção que diz: “Ó Pai eu queria tanto ouvir o som que vai abrir o encontro triunfal. Rever amigos que um dia em Cristo foram feitos meus irmãos, e agora sim, podemos dar as mãos…” Sim! Espero ansiosamente este grande dia!
Oremos pelos familiares de Jacky, principalmente por Mauro. Que o Senhor console profundamente os seus corações.
***
Do Blog Revista Conteúdo Cristão, comentado por Antognoni Misael, certo de que se a terra chorou pela partida de Jacky, os céus se regozijaram com a sua chegada. Divulgado pelo Púlpito Cristão.


NÓS DO TUDO EM REDE TAMBÉM ESTAMOS PRESTANDO TODO NOSSO CARINHO E AMOR PELO MAURO, COMO JÁ POSTAMOS AQUI  ESTE MESMO VÍDEO ONDE ATÉ O DIA DE HOJE TIVEMOS O MAIOR NÚMERO DE VIZUALIZAÇÕES DESTE BLOG,  PODEMOS PERCEBER E TER A CONVICÇÃO DE QUE NOSSA IRMÃ JAKYLENE SE TORNOU UM GRANDE EXEMPLO PARA TODOS NÓS. 
AGORA NOS CONSOLAMOS EM SABER QUE UM DIA NOS ENCONTRAREMOS, TODOS JUNTOS EM UM MESMO LUGAR, EM UMA SÓ VIDA.
DEDICAMOS COM CARINHO ESTA CANÇÃO E CLIP : A TEMPESTADE E O SOL ( Banda Catedral) AO MAURO, A FAMILIA DA JACKY E A TODA FAMÍLIA OFICINA G3.



A vida é frágil e viver
É um lindo momento
Quando se sabe amar
Notar a poesia perdida
No tempo rebuscar
Num eterno acreditar
Será que o sonho acabou?
Será que o que somos se foi?
Sei que a tempestade dará seu lugar a um dia de sol...
Tenho certeza que vou te encontrar
Não sei o dia e a hora
Mas sei o lugar
Sei que você está bem
Mesmo assim
Isso não me impede de chorar
Os nossos momentos
As nossas idéias
Presente em todas as canções
O que nós sentimos
Os nossos desejos seguirão
Em nossos corações
Você foi tão cedo
A vida é um mistério
E ela não diz porque...
Mas tua semente hoje está
Presente e vai florescer...
Tenho certeza que vou te encontrar
Não sei o dia e a hora
Mas sei o lugar
Sei que você está bem
Mesmo assim
Isso não me impede de chorar

sexta-feira, 2 de março de 2012

A Origem do Mal - Entendendo o início de tudo

Na história do Universo nunca houve – nem haverá – traição maior. A criatura que representava a mais magnificente obra de seu Criador ressentiu-se de que sua glória era apenas emprestada, de que o papel que lhe estava destinado era o de tão somente refletir a infinita majestade do Deus que lhe deu o fôlego da vida. Dessa maneira, nasceu no coração de Lúcifer – e, em última análise, no recém-criado universo moral – o desprezível impulso da rebelião. Esse impulso originou a insurreição angélica que foi a mais terrível sedição na história em todos os tempos.


Uma questão preliminar

Por mais importante e original que tenha sido essa rebelião angélica, as Escrituras não incluem um registro específico do evento. No Antigo Testamento, Satanás aparece pela primeira vez no relato da queda de Adão (Gn 3). Ali, no entanto, ele já era o tentador caído que seduziu os primeiros seres humanos ao pecado. Dessa forma, já no início das Escrituras, a queda de Satanás é tratada como fato. Mas, por razões que não são esclarecidas em nenhum lugar, o próprio relato de sua queda está ausente nesse registro.
Ainda assim, o evento é lembrado duas vezes nos escritos dos profetas: por Isaías, em meio a uma inspirada diatribe contra a Babilônia (Is 14.11-23), e, mais tarde, por Ezequiel, quando ele repreende duramente o rei de Tiro (Ez 28.11-19). Essas duas passagens contam-nos a maior parte do que sabemos sobre a queda de Satanás.
Entretanto, aqui temos algumas dificuldades exegéticas. Em ambas as passagens, a menção da rebelião de Lúcifer aparece abruptamente num contexto que não trata, especificamente, de Satanás. Esse fato levou muitos estudiosos da Bíblia a rejeitar a idéia de que as passagens se referem a uma rebelião luciferiana e a insistir que elas focalizam exclusivamente os governantes humanos das nações pagãs às quais são dirigidas.
Apesar disso, é preferível entender que Isaías e Ezequiel propositalmente queriam levar os leitores para além dos crimes de reis humanos, guiando-os até a percepção do grande arquétipo do mal e da rebelião, o próprio Satanás. Essas passagens incluem descrições que, mesmo levando em conta a inclinação ao exagero por parte de governantes da Antiguidade, não poderiam ser atribuídas a qualquer ser humano. O emprego da primeira pessoa do singular (por exemplo: “Eu subirei...”; “exaltarei o meu trono...”; “me assentarei...”) em Isaías 14.13-14 refletiria um nível de ostentação indicativo de insanidade, caso fosse proferido por um mero ser humano, mesmo em se tratando de um dos monarcas pagãos babilônicos, que a si mesmos divinizavam. E qual rei de Tiro poderia ser descrito como “cheio de sabedoria e formosura... Perfeito... nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado...” (Ez 28.12,15)?
Além disso, a Bíblia ensina explicitamente que a perversidade do mundo visível é influenciada e animada por um domínio povoado por espíritos caídos, invisíveis (Dn 10.12-13; Ef 6.12), e que, em sua campanha traiçoeira e condenável de frustrar os propósitos do Deus verdadeiro, esses espíritos maus são dirigidos por Satanás, o “deus deste século” (2 Co 4.4).


É característico dos escritores bíblicos fazer a conexão entre o mundo visível e o invisível, e isso de forma tão abrupta que pega o leitor momentaneamente desprevenido. Quando Pedro expressou seu horror ante o pensamento da morte de Jesus, o Senhor lhe respondeu “Arreda, Satanás!” (Mt 16.23; cf. 4.8-10). De forma semelhante, repentinamente e sem aviso, o profeta Daniel pula de uma descrição profética sobre Antíoco Epifânio (Dn 11.3-35) para uma descrição similar do Anticristo dos tempos do fim (Dn 11.36-45). Antíoco, governante selêucida no período intertestamentário, precede o vilão maior que conturbará a terra nos últimos dias. Um salto abrupto e não-anunciado do mundo político ganancioso, auto-engrandecedor, visível, para o drama arquetípico que se desenrola num mundo invisível aos seres humanos – mas que, apesar de não ser visto, deu origem às atitudes denunciadas nessas passagens –, tal salto não está fora de lugar nas Escrituras.
Finalmente, por trás das conexões feitas nessas duas passagens pode muito bem estar um tema que freqüentemente retorna nas Escrituras. Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre” (Gn 11.4). A cidade era um centro de atividade comercial, enquanto a torre representava o ponto focal do culto pagão. Essa dupla caracterização do cosmo como expressão de egoísmo (o espírito ganancioso do comercialismo não-santificado) e de rebelião (a busca por ídolos) ressoa ao longo de toda a Palavra de Deus, chegando a um clímax em Apocalipse 17-18, onde anjos que se mantiveram fiéis a Deus anunciam a tão esperada e muito merecida destruição da Babilônia religiosa e comercial.
É instrutivo notar que enquanto todo o trecho de Ezequiel 26-28 repreende severamente a Tiro – o mais importante centro de comércio e de riqueza nos dias desse profeta – Isaías 14 denuncia Babilônia, que representa o centro da falsa religião ao longo de toda a Escritura. Talvez essa caracterização do cosmo caído como “cidade e torre” – tão importante naquilo que a Escritura afirma em relação ao mundo em rebelião contra Deus – ajude a explicar o salto dado pelos profetas nas passagens que consideramos. Quando contemplavam a cultura de seu tempo, que incorporava perfeitamente um elemento do cosmo caído, cada um deles se sentiu compelido pelo Espírito superintendente de Deus a focalizar a rebelião angélica dos tempos primitivos, a qual animava a rebelião humana que estavam denunciando.
Dessa forma, essas duas críticas severas, que identificam os espíritos perversos de cobiça inescrupulosa e rebelião espiritual, ajudam a explicar por que tais espíritos predominam tantas vezes ao longo da história humana. Os textos referidos, ao mesmo tempo, também antecipam a destruição profeticamente narrada em Apocalipse 17 e 18.


A linhagem de Satanás

De Isaías 14 e Ezequiel 28 emerge um quadro relativamente extenso de Satanás antes de sua rebelião.


Sua pessoa: Ele foi o ser mais exaltado de toda a criação (Ez 28.13,15), a mais grandiosa das obras de Deus, um ser celestial radiante, que refletia da maneira mais perfeita o esplendor de seu Criador. Assim, ele apropriadamente era chamado de Lúcifer. Essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol. O nome Lúcifer tornou-se amplamente usado como título para Satanás antes de sua rebelião porque é o equivalente latino dessa palavra. Na realidade, é difícil saber com certeza se o termo foi empregado com o sentido de nome próprio ou de expressão descritiva.
Seu lugar: Ezequiel afirmou que esse anjo exaltado estava “no Éden, jardim de Deus” (Ez 28.13). Aqui, a referência não é ao Éden terreno que Satanás invadiu para tentar a humanidade, mas à sala do trono em que Deus habita em absoluta majestade e perfeita pureza (veja Is 6; Ez 1). Ezequiel 28 também chama esse lugar de “monte santo de Deus”, onde Lúcifer andava “no brilho das pedras” (v. 14). Essas descrições não são apropriadas ao Éden terreno, mas adequadas à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.
Sua posição: Satanás é denominado “querubim da guarda ungido” (Ez 28.14). Querubins representam a mais alta graduação da autoridade angélica, sendo seu papel guardar simbolicamente o trono de Deus (compare os querubins esculpidos flanqueando a arca da aliança – o trono de Javé – no Tabernáculo ou Templo, Êx 25.18-22; Hb 9.5; cf. Gn 3.24; Ez 10.1-22). Lúcifer foi ungido (consagrado) por sentença deliberada de Deus (Ez 28.14: “te estabeleci”) para a tarefa indizivelmente santa de guardar o trono do todo-glorioso Criador. Ele é descrito como sendo dotado de beleza inigualável, vestido de luz radiante, equipado com sabedoria e capacidade ilimitadas, mas também criado com o poder de tomar decisões morais reais. Portanto, a obrigação moral mais básica de Satanás era a de permanecer leal a Deus, de lembrar sempre que, independentemente de quão elevada fosse a sua posição, seu estado era o de um ser criado.

A queda de Satanás

Neste ponto, encontramo-nos diante de um dos mais profundos mistérios do universo moral, conforme revelado nas Escrituras: “Como é que o pecado entrou no universo?” Está claro que a entrada do pecado tem conexão com a rebelião de Satanás. Mas, como foi que o impulso perverso surgiu no coração de alguém criado por um Deus perfeitamente santo? Diante de tal enigma, temos de reconhecer que as coisas encobertas de fato pertencem a Deus; as reveladas, no entanto, pertencem a nós (Dt 29.29). E três dessas realidades claramente reveladas merecem ser enfatizadas:
Primeiro: a queda de Lúcifer foi resultado de sua insondável e pervertida determinação de usurpar a glória que pertence unicamente a Deus. Esse fato é explicitado em uma série de cinco afirmações que empregam verbos na primeira pessoa do singular, conforme registradas em Isaías 14.13-14. Nisto consiste a essência do pecado: o desejo e a determinação de viver como se a criatura fosse mais importante que o Criador.


Segundo: Satanás é inteira e exclusivamente responsável por sua escolha perversa. Nisso existe uma dimensão inescrutável. Alguns têm argumentado que Deus deve ter Sua parcela de responsabilidade por este (e todo outro) crime, porque, caso fosse de Seu desejo, poderia ter criado um mundo em que tal rebelião fosse impossível. Outros dizem que, se Deus tivesse criado um mundo em que apenas se pudesse fazer o que o seu Criador quisesse, nele não poderiam ser incluídos agentes morais feitos à imagem de Deus, dotados da capacidade de tomar decisões reais – e, conseqüentemente, de escolher adorar e amar a Deus. Há verdade nessa observação, mas também há mistério. O relato deixa claro que o orgulho fez com que Lúcifer caísse numa terrível armadilha (Is 14.13-14; Ez 28.17; cf. 1 Tm 3.6), mas nada explica como tal orgulho de perdição pode surgir no coração de uma criatura de Deus não caída e perfeita.
No entanto, não há mistério quanto ao fato de que Satanás é, totalmente e com justiça, responsável pelo seu crime. Ezequiel 28.15 afirma explicitamente que Lúcifer era perfeito desde o dia em que foi criado, “até que se achou iniqüidade em ti”. A culpabilidade moral é dele, e apenas dele. Na verdade, em toda sua extensão, a Bíblia afirma que Deus governa soberanamente o universo moral e controla todas as coisas – inclusive a maldade de homens e anjos – para que correspondam aos seus perfeitos propósitos. Mas ela também ensina que Deus não deve e não será responsabilizado por essa maldade, em qualquer sentido.
Finalmente, por causa de sua rebelião, Satanás tornou-se o arquiinimigo de Deus e de tudo o que é divino. Sua queda – bem como a dos espíritos que se uniram a ele – é irreversível; não há esperança de redenção. Satanás foi privado da comunhão com o Deus santo de forma final e irrecuperável. Para ser exato, Satanás ainda tem acesso à sala judicial do trono do Universo por causa de seu papel de acusador dos irmãos, papel este que lhe foi designado divinamente (Jó 1 e 2; Zc 3; Lc 22.31; Ap 12.10). Tal acesso, no entanto, é destituído da comunhão com Deus ou da Sua aceitação. Devido à sua traição, que foi a mais terrível na história do cosmo, Satanás e seus anjos somente podem esperar a condenação e a punição eternas.


 Nos tempos primitivos da Terra após a queda, os rebeldes de Babel estavam determinados a construir “uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus” (Gn 11.4).

Lúcifer: essa palavra vem de uma raiz hebraica que significa “brilhar”, sendo usada unicamente como título para referir-se à estrela de maior brilho e cujo resplendor mais resiste ao nascimento do Sol.

Lúcifer andava “no brilho das pedras” (Ez 28.14). Essa descrição refere-se à sala do trono de Deus, conforme representações em outros lugares da Escritura.

(Mt 25.41). (Douglas Bookman - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br)

Bebês que sobreviveram a morte!

 O bebê brasileiro Nicolas Barreto, de seis meses, ficou soterrado por mais de 14 horas, após os deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro, no começo de 2011. Por sorte, o pai dele conseguiu ficar de pé e segurá-lo debaixo dos escombros. Além disso, manteve o bebê hidratado dando a própria saliva para ele sugar. Mas isso não diminui a força de Nicolas: ele ficou comportado o tempo inteiro e sofreu apenas uma escoriação no rosto.


 Uma menina com14 dias de idade, pelo nome de Azra (“help” em hebraico) foi retirada hoje viva dos escombros de um prédio destruído na cidade de Erciş em terremoto que devastou a Turquia – depois de 47 horas presa nos escombros.Coincidentemente o nome da menina é Azra – que significa ‘Help’ (ajuda) em hebraico – foi encontrada com pouca roupa, tornando assim a sua sobrevivência ainda mais notável por causa das baixas temperaturas da região envolvente.


Foto: Reprodução Daily Mail

Quando a bebê de 4 meses foi arrancada dos braços de seus pais pela onda que invadiu a casa da família, eles acreditaram que a haviam perdido para sempre. Mas, surpreendentemente, a pequena conseguiu sobreviver debaixo dos escombros da casa por três dias, apesar do frio e da lama. Os soldados do resgate quase não a encontraram: sem esperanças de achar sobreviventes, eles mal podiam acreditar quando ouviram o choro do bebê.


 A pequena Rosanna Ogden, de apenas dois anos, conseguiu sobreviver a um tumor no coração mesmo sendo assim tão jovem.
Com apenas seis semanas, ela teve quer ser submetida a uma cirurgia para a retirada de um tumor que ameaçava sua vida, segundo o tabloide britânico The Sun.
Ela tinha um tumor benigno no coração, tão raro que só três casos similares foram registrados em solo britânico na década passada.
Os médicos disseram aos pais dela, Mick e Sanam, que ela poderia não resistir à operação de oito horas. Mas ela resistiu.


 Oliver Morgan, nasceu sem sangue no hospital da cidade de Maidstone, no Reino Unido, depois que um vaso sanguíneo de sua mãe, Katy, se rompeu na 37ª semana de gravidez. Com uma transfusão de sangue diretamente no cordão umbilical e massagem cardíaca, os médicos salvaram Oliver, que chegou a ficar 25 minutos sem batimentos cardíacos.

(fonte: http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/9-bebes-que-sobreviveram-a-tragedias/ http://noticias.r7.com/saude; http://www.odiario.com/blogs ; http://noticias.terra.com.br/ciencial)